{"id":4524,"date":"2022-05-10T15:39:01","date_gmt":"2022-05-10T18:39:01","guid":{"rendered":"https:\/\/www.manutencaoemfoco.com.br\/?p=4524"},"modified":"2026-07-15T15:46:39","modified_gmt":"2026-07-15T18:46:39","slug":"rcm-surgiu-na-industria-aeronautica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/inovasitehost.com.br\/manutencao\/rcm-surgiu-na-industria-aeronautica\/","title":{"rendered":"RCM surgiu na ind\u00fastria aeron\u00e1utica"},"content":{"rendered":"<h1 style=\"text-align: justify;\"><strong>RCM surgiu na ind\u00fastria aeron\u00e1utica<\/strong><\/h1>\n<p style=\"text-align: justify;\">A metodologia da RCM e o padr\u00e3o de falhas que tanto ouvimos falar, hoje \u00e9 muito aplicada na Confiabilidade de ativos. Mas voc\u00ea sabe como essa metodologia surgiu e como se chegou aos padr\u00f5es de falha?\u00a0Pois \u00e9, tem uma hist\u00f3ria que por conta de uma necessidade importante da aeron\u00e1utica americana onde tudo come\u00e7ou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A introdu\u00e7\u00e3o de frotas de aeronaves a jato fez com que o setor a\u00e9reo americano melhorasse os m\u00e9todos de an\u00e1lise para melhorar a efic\u00e1cia da manuten\u00e7\u00e3o do setor. Uma das raz\u00f5es impl\u00edcitas no uso da preventiva \u00e9 a cren\u00e7a de que a confiabilidade da m\u00e1quina diminui com o uso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Portanto com base nessa premissa, os primeiros esfor\u00e7os para melhorar esse tipo de manuten\u00e7\u00e3o foi examinar a rela\u00e7\u00e3o entre confiabilidade e o tempo de uso.<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><strong>Mais manuten\u00e7\u00e3o preventiva<\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esfor\u00e7os para analisar profundamente a efic\u00e1cia da manuten\u00e7\u00e3o preventiva como um processo para evitar falhas come\u00e7ou no final da d\u00e9cada de 1950. No per\u00edodo entre as d\u00e9cadas de 1950 e 1970, a terceira gera\u00e7\u00e3o de manuten\u00e7\u00e3o nasceu na ind\u00fastria da avia\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ap\u00f3s a Segunda Guerra Mundial, as viagens a\u00e9reas tornaram-se amplamente acess\u00edveis. Em 1958, a Administra\u00e7\u00e3o Federal de Avia\u00e7\u00e3o (FAA) ficou preocupada com a confiabilidade das aeronaves e seguran\u00e7a dos passageiros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na \u00e9poca, o pensamento dominante era que pe\u00e7as e componentes tinham uma vida espec\u00edfica. Tinha-se a ideia que esses itens importantes falhariam depois de atingir uma certa \u201cidade\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com isso surge um pensamento l\u00f3gico &#8211; substituindo pe\u00e7as e componentes antes de atingirem essa idade evitaria assim a falha\/quebra. E trabalhando com uma preventiva pr\u00e9-determinada no tempo, seria poss\u00edvel garantir a confiabilidade das aeronaves e seguran\u00e7a aos passageiros<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nas d\u00e9cadas de 1950 e 1960, a revis\u00e3o t\u00edpica de motores de aeronaves era a cada 8 mil horas. Assim, quando a ind\u00fastria se deparou com um n\u00famero crescente de falhas, a conclus\u00e3o foi imediata e l\u00f3gica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Obviamente, a idade de pe\u00e7as e componentes deve ser inferior \u00e0s 8 mil horas que estavam sendo consideradas. Assim, a manuten\u00e7\u00e3o preventiva foi realizada mais cedo, e o tempo entre revis\u00f5es foi reduzido.<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><strong>Redu\u00e7\u00e3o dos intervalos entre preventivas n\u00e3o funciona<\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com a redu\u00e7\u00e3o dos intervalos de interven\u00e7\u00e3o e aumentando assim a quantidade de preventiva teve tr\u00eas resultados muito inesperados.<\/p>\n<ol style=\"text-align: justify;\">\n<li>Primeiramente, a ocorr\u00eancia de algumas falhas diminuiu, o que exatamente todos esperavam que acontecesse.<\/li>\n<li>O segundo resultado foi que um n\u00famero maior de falhas ocorreu com a mesma frequ\u00eancia que antes. E claro, isso n\u00e3o era esperado e gerou muita controv\u00e9rsia o porqu\u00ea isso estava acontecendo.<\/li>\n<li>O terceiro resultado foi que a maioria das falhas ocorreu com mais frequ\u00eancia que antes. Em outras palavras, mais manuten\u00e7\u00e3o preventiva estava acarretando mais falhas.<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com certeza podemos imaginar que isso gerou muitos questionamentos e tamb\u00e9m decep\u00e7\u00e3o para os envolvidos. N\u00e3o precisa nem dizer que os resultados com o menor intervalo entre as preventivas frustraram tanto a FAA quanto as companhias a\u00e9reas.<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><strong>Surge a Manuten\u00e7\u00e3o Centrada na Confiabilidade &#8211; RCM<\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Devido a isso, a preocupa\u00e7\u00e3o geral se instalou demasiadamente por conta de mais manuten\u00e7\u00e3o e menos resultados. Assim, durante a d\u00e9cada de 1960, as companhias a\u00e9reas e a FAA estabeleceram uma for\u00e7a-tarefa conjunta para descobrir o que estava acontecendo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ap\u00f3s analisar 12 anos de dados, a for\u00e7a-tarefa concluiu que as revis\u00f5es tiveram pouco ou nenhum efeito na confiabilidade das aeronaves.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por muitos anos os engenheiros pensaram que todos os equipamentos, pe\u00e7as e componentes tinham algum tipo de padr\u00e3o de desgaste. Em outras palavras, \u00e0 medida que o equipamento envelhece, a probabilidade de falha aumenta. Mas o estudo descobriu que esse conceito universalmente aceito n\u00e3o era totalmente verdade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em vez disso, a for\u00e7a-tarefa encontrou seis padr\u00f5es que descrevem a rela\u00e7\u00e3o entre idade e fracasso. E que a maioria das falhas ocorre aleatoriamente e n\u00e3o com base na idade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os resultados da for\u00e7a-tarefa foram usados para desenvolver uma s\u00e9rie de diretrizes para companhias a\u00e9reas e fabricantes de avi\u00f5es sobre o desenvolvimento de cronogramas de manuten\u00e7\u00e3o confi\u00e1veis.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A primeira medida intitulada \u201cAvalia\u00e7\u00e3o de Manuten\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento de Programas\u201d foi lan\u00e7ada em 1967 pela United Airlines. Essa medida ou for\u00e7a tarefa \u00e9 conhecida como MSG-1 &#8211; <em>Maintenance Steering Group<\/em> e foi escrito especificamente para o Boeing 747-100.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essa for\u00e7a tarefa da ind\u00fastria a\u00e9rea aplicou pela primeira vez a l\u00f3gica da \u00e1rvore de decis\u00e3o \u2013 uma s\u00e9rie de perguntas que levam a uma decis\u00e3o de tarefa de manuten\u00e7\u00e3o suport\u00e1vel \u2013 ao identificar as tarefas de manuten\u00e7\u00e3o preventiva necess\u00e1rias.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esse antecessor do RCM provou ser uma abordagem eficiente, pois focava diretamente no impacto da falta de confiabilidade nas opera\u00e7\u00f5es e na seguran\u00e7a. No ano seguinte, a l\u00f3gica da \u00e1rvore de decis\u00e3o formou a base para o projeto do programa inicial de manuten\u00e7\u00e3o do Boeing 747.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O cronograma de manuten\u00e7\u00e3o do 747-100 foi o primeiro a aplicar conceitos de Manuten\u00e7\u00e3o Centrada em Confiabilidade usando a diretriz da MSG-1. E obteve uma redu\u00e7\u00e3o de 25% a 35% nos custos de manuten\u00e7\u00e3o em compara\u00e7\u00e3o com as pr\u00e1ticas anteriores.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Como resultado, as companhias a\u00e9reas fizeram lobby para remover toda a terminologia 747-100 do MSG-1. Eles queriam os cronogramas de manuten\u00e7\u00e3o para todos os novos avi\u00f5es comerciais projetados usando o mesmo processo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O resultado foi o MSG-2, lan\u00e7ado em 1970 intitulado \u201cPlanejamento do Programa de Manuten\u00e7\u00e3o de Companhia A\u00e9rea\/Fabricante\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No in\u00edcio da d\u00e9cada de 1970, esse trabalho atraiu a aten\u00e7\u00e3o do Gabinete do Secret\u00e1rio de Defesa, do Comando de Sistemas A\u00e9reos Navais, da For\u00e7a A\u00e9rea e do Ex\u00e9rcito. A Marinha foi a primeira a aplicar essa nova filosofia e uma metodologia aprimorada chamada Manuten\u00e7\u00e3o Centrada em Confiabilidade (RCM).<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><strong>Departamento de Defesa dos EUA se envolve no RCM<\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Assim, em 1974, o Departamento de Defesa pediu \u00e0 <em>United Airlines<\/em> que escrevesse um relat\u00f3rio sobre os processos usados para definir programas de manuten\u00e7\u00e3o confi\u00e1veis para aeronaves civis.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 1978, a <em>United Airlines<\/em> publicou um livro preparado sob contrato com o Gabinete do Secret\u00e1rio Adjunto de Defesa (<em>Manpower, Reserve Affairs and Logistics<\/em>) detalhando a metodologia RCM. Este livro, <em>Reliability-Centered<\/em> <em>Maintenance<\/em>, de <em>Stanley Nowlan<\/em> e <em>Howard Heap<\/em> formaram a base para a aplica\u00e7\u00e3o do <em>Naval Sea Systems Command<\/em> do RCM para manuten\u00e7\u00e3o de navios.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Desde ent\u00e3o, muito mais trabalho foi feito para progredir na nesse novo m\u00e9todo da Manuten\u00e7\u00e3o Centrada na Confiabilidade. A ind\u00fastria a\u00e9rea mudou para o MSG-3, um processo estruturado que tem em seu \u201cDNA\u201d, os conceitos da RCM.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E que atrav\u00e9s de um fluxo l\u00f3gico de tomada de decis\u00f5es, resultam nas tarefas de manuten\u00e7\u00e3o programadas para os diversos sistemas e sub\u2010 sistemas das aeronaves. John Moubray publicou seu livro RCM2 na d\u00e9cada de 1990 introduzindo conceitos de Manuten\u00e7\u00e3o Centrada em Confiabilidade para a ind\u00fastria em geral.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Atualmente, a manuten\u00e7\u00e3o do RCM \u00e9 definida atrav\u00e9s de normas internacionais como a SAE JA 1012 e IEC 60-300-3-11. Mas \u00e9 o trabalho feito nos anos 60 e 70 na ind\u00fastria a\u00e9rea americana que culminou no relat\u00f3rio <em>Knowlan<\/em> &amp; <em>Heap<\/em> em 1978, ao qual todas as abordagens modernas de manuten\u00e7\u00e3o RCM podem ser vistas.<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/inovasitehost.com.br\/manutencao\/padrao-das-falhas\/\"><strong>Padr\u00e3o de falhas<\/strong><\/a><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">O trabalho pioneiro em Manuten\u00e7\u00e3o Centrada em Confiabilidade realizado pela <em>United<\/em> <em>Airlines<\/em> come\u00e7ou com um estudo das caracter\u00edsticas de confiabilidade da idade de pe\u00e7as e componentes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quando a United desmontou os motores para reparo, encontrou alguns motores cujos componentes internos estavam em boas condi\u00e7\u00f5es e alguns motores cujos componentes internos estavam em m\u00e1s condi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m disso, quando a United come\u00e7ou a explorar a rela\u00e7\u00e3o idade-confiabilidade, introduzindo esses motores de volta ao servi\u00e7o ap\u00f3s reparo m\u00ednimo, descobriu que alguns motores com componentes internos em boas condi\u00e7\u00f5es exibiam menor confiabilidade em servi\u00e7o do que motores com componentes em condi\u00e7\u00f5es desgastadas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A <em>United<\/em> <em>Airlines<\/em> percebeu que n\u00e3o tinha um controle t\u00e3o firme sobre a rela\u00e7\u00e3o entre tempo de servi\u00e7o (ou \u201cidade\u201d) e confiabilidade quanto pensava. A degrada\u00e7\u00e3o da confiabilidade \u00e9 uma redu\u00e7\u00e3o da resist\u00eancia de um item \u00e0 falha.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A empresa aplicou a mesma t\u00e9cnica usada por atu\u00e1rios de seguros ao desenvolver curvas de mortalidade para seres humanos. Esta t\u00e9cnica foi usada para explorar a rela\u00e7\u00e3o entre a taxa de falha ou probabilidade condicional de falha e alguma medida de idade operacional para o hardware da aeronave.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A probabilidade condicional de falha \u00e9 a taxa de falha do componente em rela\u00e7\u00e3o ao tempo. Uma probabilidade condicional constante de falha significa que a taxa de falha n\u00e3o est\u00e1 aumentando ou diminuindo em rela\u00e7\u00e3o ao tempo, significa que temos falhas aleat\u00f3rias.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os resultados da explora\u00e7\u00e3o inicial dessa rela\u00e7\u00e3o pela United s\u00e3o mostrados na Figura 2.1 na coluna marcada UAL, que foram desenvolvidos a partir de um estudo de 139 componentes e equipamentos de aeronaves.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esses resultados mostram tanto desgaste (falhas relacionadas \u00e0 idade, curvas A, B e C) quanto falhas aleat\u00f3rias (curvas D, E e F). A figura a seguir tamb\u00e9m inclui resultados semelhantes de estudos posteriores.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-4525 aligncenter\" src=\"https:\/\/inovasitehost.com.br\/manutencao\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Dados-padrao-das-falhas-300x189.png\" alt=\"\" width=\"642\" height=\"404\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nesse gr\u00e1fico os dados da UAL \u2013 <em>United Air Lines<\/em> e Broberg s\u00e3o baseados em aeronaves, e MSDP e SSMD s\u00e3o baseados em embarca\u00e7\u00f5es da Marinha.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A an\u00e1lise mostrou que:<\/p>\n<ol style=\"text-align: justify;\">\n<li>Falhas aleat\u00f3rias predominam em compara\u00e7\u00e3o com falhas relacionadas \u00e0 idade. A mortalidade infantil (ou seja, alta probabilidade inicial de falha, diminuindo com a idade) \u00e9 comum.<\/li>\n<li>A <a href=\"https:\/\/inovasitehost.com.br\/manutencao\/curva-da-banheira\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>mortalidade infantil<\/strong><\/a> persiste (\u00e9 necess\u00e1rio um tempo significativo para a transi\u00e7\u00e3o da mortalidade infantil para a probabilidade condicional de insucesso em estado estacion\u00e1rio).<\/li>\n<li>A probabilidade condicional de falha nunca \u00e9 zero.<\/li>\n<li>A forma da curva caracter\u00edstica de confiabilidade de idade \u00e9 altamente dependente da configura\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li>Itens simples tendem a apresentar desgaste (curvas A, B e C), enquanto itens complexos tendem a apresentar falhas aleat\u00f3rias (curvas D, E e F).<\/li>\n<\/ol>\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><strong>Conclus\u00e3o<\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo esse estudo, n\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio desenvolver curvas de caracter\u00edsticas de confiabilidade de idade para cada item do equipamento. Na verdade, essas curvas devem ser limitadas a um pequeno conjunto de itens de alto valor.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na manuten\u00e7\u00e3o em geral, acredito que podemos fazer isso em itens estrat\u00e9gicos, independentemente de valor, que se busca uma confiabilidade em seu funcionamento. Outro fator que merece destaque \u00e9 sobre a imensa divulga\u00e7\u00e3o hoje em dia sobre a efetividade da preventiva ser de apenas 11%.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No meu ponto de vista n\u00e3o podemos generalizar sobre esse \u00edndice e digo porqu\u00ea. Digo isso, pois essa probabilidade 11% de efetividade contra 89% de inefici\u00eancia \u00e9 exclusivamente para esse estudo do padr\u00e3o de falhas em aeronaves.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o podemos generalizar para todo tipo de m\u00e1quina ou equipamento que s\u00e3o totalmente distintos desse segmento. O que podemos disseminar tranquilamente \u00e9 que esse estudo nos trouxe a RCM e o padr\u00e3o de falhas como uma refer\u00eancia.\u00a0Uma metodologia fant\u00e1stica onde podemos evidenciar as melhores estrat\u00e9gias de manuten\u00e7\u00e3o para cada tipo de segmento de ativos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte:<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www2.fab.mil.br\/ila\/index.php\/downloads\/category\/40-2-encontro-de-confiabilidade?download=171:apresentacao\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/www2.fab.mil.br\/ila\/index.php\/downloads\/category\/40-2-encontro-de-confiabilidade?download=171:apresentacao<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/reliabilityanalyticstoolkit.appspot.com\/static\/S9081-AB-GIB-010_R1_RCM_Handbook.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/reliabilityanalyticstoolkit.appspot.com\/static\/S9081-AB-GIB-010_R1_RCM_Handbook.pdf<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.plant-maintenance.com\/articles\/SubmarineMaintenanceDataRCM.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">http:\/\/www.plant-maintenance.com\/articles\/SubmarineMaintenanceDataRCM.pdf<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/pt.scribd.com\/document\/455902858\/John-Moubray-Manutencao-Centrada-em-Confiabilidade\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/pt.scribd.com\/document\/455902858\/John-Moubray-Manutencao-Centrada-em-Confiabilidade<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>RCM surgiu na ind\u00fastria aeron\u00e1utica A metodologia da RCM e o padr\u00e3o de falhas que tanto ouvimos falar, hoje \u00e9 muito aplicada na Confiabilidade de ativos. 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