{"id":5025,"date":"2015-04-08T21:52:00","date_gmt":"2015-04-09T00:52:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.manutencaoemfoco.com.br\/?p=240"},"modified":"2026-07-15T14:08:15","modified_gmt":"2026-07-15T17:08:15","slug":"oleos-lubrificantes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/inovasitehost.com.br\/manutencao\/oleos-lubrificantes\/","title":{"rendered":"\u00d3leos lubrificantes e suas aplica\u00e7\u00f5es"},"content":{"rendered":"<h2><strong>Conceitos e aplica\u00e7\u00f5es dos \u00f3leos lubrificantes<\/strong><\/h2>\n<h3><strong>Tipos de lubrificantes<\/strong><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00d3leos lubrificantes &#8211; Os lubrificantes podem ser gasosos como o ar; l\u00edquidos como os \u00f3leos em geral; semi s\u00f3lidos como as graxas e s\u00f3lidas como o grafite, o talco, a mica etc. Os lubrificantes mais pr\u00e1ticos e de uso comum s\u00e3o os l\u00edquidos e os semi-s\u00f3lidos.<\/p>\n<h3><strong>A origem dos \u00f3leos<\/strong><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os \u00f3leos lubrificantes podem ser de origem animal ou vegetal, derivados de petr\u00f3leo\u00a0(\u00f3leos minerais) ou produzidos em laborat\u00f3rio (\u00f3leos sint\u00e9ticos), podendo ainda ser constitu\u00eddo pela mistura de dois ou mais tipos (\u00f3leos compostos).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O \u00f3leo lubrificante pode ser formulado somente com \u00f3leos b\u00e1sicos (\u00f3leo mineral puro) ou agregados e aditivos. Inicialmente a <a href=\"https:\/\/inovasitehost.com.br\/manutencao\/plano-de-lubrificacao\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><em><strong>lubrifica\u00e7\u00e3o<\/strong> <\/em><\/a>era feita com \u00f3leo mineral puro at\u00e9 a descoberta dos aditivos.<\/p>\n<h3><strong>Classifica\u00e7\u00e3o dos \u00f3leos<\/strong><\/h3>\n<p>Quanto \u00e0 origem, os \u00f3leos podem ser classificados em quatro categorias:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00d3leos minerais<\/strong> &#8211; subst\u00e2ncias obtidas a partir do petr\u00f3leo e, de acordo com sua estrutura molecular, s\u00e3o classificadas em \u00f3leos paraf\u00ednicos ou \u00f3leos naft\u00eanicos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00d3leos vegetais<\/strong> &#8211; s\u00e3o extra\u00eddos de sementes: soja, girassol, milho, algod\u00e3o, arroz, mamona, oiticica, baba\u00e7u etc.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00d3leos animais<\/strong> &#8211; s\u00e3o extra\u00eddos de animais como a baleia, o cachalote, o bacalhau, a capivara etc.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00d3leos sint\u00e9ticos<\/strong> &#8211; s\u00e3o produzidos em ind\u00fastrias qu\u00edmicas que utilizam subst\u00e2ncias org\u00e2nicas e inorg\u00e2nicas para fabric\u00e1-los. Estas subst\u00e2ncias podem ser silicones, \u00e9steres, resinas, glicerinas etc.<\/p>\n<h3><strong>Aplica\u00e7\u00f5es dos \u00f3leos<\/strong><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os \u00f3leos animais e vegetais raramente s\u00e3o usados isoladamente como lubrificantes, por causa da sua baixa resist\u00eancia \u00e0 oxida\u00e7\u00e3o. Os \u00f3leos sint\u00e9ticos s\u00e3o de aplica\u00e7\u00e3o muito rara, em raz\u00e3o de seu elevado custo, e s\u00e3o utilizados nos casos em que outros tipos de subst\u00e2ncias n\u00e3o t\u00eam atua\u00e7\u00e3o eficiente. J\u00e1 os \u00f3leos minerais s\u00e3o os mais utilizados nos mecanismos industriais, sendo obtidos em larga escala a partir do petr\u00f3leo.<\/p>\n<h3><strong>Caracter\u00edsticas dos \u00f3leos lubrificantes<\/strong><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os \u00f3leos lubrificantes s\u00e3o submetidos a ensaios f\u00edsicos padronizados que, al\u00e9m de controlarem a qualidade do produto, servem como par\u00e2metros para os usu\u00e1rios. Os principais ensaios f\u00edsicos padronizados para os \u00f3leos lubrificantes s\u00e3o:<\/p>\n<ol>\n<li style=\"text-align: justify;\"><strong>Viscosidade \u2013<\/strong> \u00e9 a resist\u00eancia ao escoamento oferecida pelo \u00f3leo. O ensaio \u00e9 efetuado em aparelhos denominados viscos\u00edmetros.<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00cdndice de viscosidade &#8211; <\/strong>Mostra como varia a viscosidade de um \u00f3leo conforme as varia\u00e7\u00f5es de temperatura.<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><strong>Densidade relativa &#8211; <\/strong>Rela\u00e7\u00e3o entre a densidade do \u00f3leo a 20\u00b0C e a densidade da \u00e1gua a 4\u00b0C.<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><strong>Ponto de fulgor &#8211;<\/strong> Temperatura m\u00ednima \u00e0 qual pode inflamar-se o vapor de \u00f3leo, no m\u00ednimo, durante 5 segundos. O ponto de fulgor \u00e9 um dado importante quando se lida com \u00f3leos que trabalham em altas temperaturas.<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><strong>Ponto de combust\u00e3o \u2013 <\/strong>Temperatura m\u00ednima em que se sustenta a queima do \u00f3leo.<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><strong>Ponto de m\u00ednima fluidez \u2013 <\/strong>Temperatura m\u00ednima em que ocorre o escoamento do \u00f3leo por gravidade. O ponto de m\u00ednima fluidez \u00e9 um dado importante quando se lida com \u00f3leos que trabalham em baixas temperaturas.<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><strong>Res\u00edduos de carv\u00e3o &#8211; <\/strong>Res\u00edduos s\u00f3lidos que permanecem ap\u00f3s a destila\u00e7\u00e3o destrutiva do \u00f3leo.<\/li>\n<\/ol>\n<h3 style=\"text-align: justify;\"><strong>Os \u00f3leos lubrificantes s\u00e3o classificados por tr\u00eas normas: SAE, API e ASTM.<\/strong><\/h3>\n<ul>\n<li style=\"text-align: justify;\"><strong><em>SAE<\/em><\/strong><em>: Society of Automotive Engineers<strong> &#8211; <\/strong><\/em>(Associa\u00e7\u00e3o dos Engenheiros Automotivos)- define a classifica\u00e7\u00e3o do lubrificante conforme a necessidade, normalmente est\u00e1 relacionada \u00e0 viscosidade do \u00f3leo.<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><strong><em>API:<\/em><\/strong><em> American Petroleum Institute &#8211;<\/em>(Instituto Americano de Petr\u00f3leo)- desenvolve a linguagem para o consumidor em termos de servi\u00e7os dos \u00f3leos lubrificantes.<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><strong><em>ASTM:<\/em><\/strong><em> American Society for Testing of Materials &#8211; <\/em>(Associa\u00e7\u00e3o Americana para Prova de Materiais)- Define os m\u00e9todos de ensaios e limites de desempenho do lubrificante.<\/li>\n<\/ul>\n<h3><strong>\u00d3leos lubrificantes usados nas ind\u00fastrias<\/strong><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os distribuidores e fabricantes dos lubrificantes em geral, assim como os fabricantes de m\u00e1quinas que usam esses lubrificantes, usam a norma ISO (Organiza\u00e7\u00e3o\u00a0Internacional\u00a0para padroniza\u00e7\u00e3o), ou ISO VG. A tabela de viscosidade da ISO, \u00e9 a taxa num\u00e9rica da viscosidade dos \u00f3leos e lubrificantes conforme estabelecido por v\u00e1rias organiza\u00e7\u00f5es em 1975 para ajudar a padronizar o mercado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esse assunto \u00e9 bastante amplo n\u00e3o \u00e9 mesmo? Veja no link abaixo uma mat\u00e9ria onde falamos mais sobre os lubrificantes, agora falando sobre as graxas e sua import\u00e2ncia na manuten\u00e7\u00e3o de m\u00e1quinas e equipamentos. Deixe seu coment\u00e1rio, sua opini\u00e3o \u00e9 muito importante.<\/p>\n<p>https:\/\/inovasitehost.com.br\/manutencao\/conceitos-e-aplicacoes-das-graxas\/<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Conceitos e aplica\u00e7\u00f5es dos \u00f3leos lubrificantes Tipos de lubrificantes \u00d3leos lubrificantes &#8211; Os lubrificantes podem ser gasosos como o ar; l\u00edquidos como os \u00f3leos em geral; semi s\u00f3lidos como as graxas e s\u00f3lidas como o grafite, o talco, a mica etc. Os lubrificantes mais pr\u00e1ticos e de uso comum s\u00e3o os l\u00edquidos e os semi-s\u00f3lidos. 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